L!VeChina. Para quem quer se aprofundar na cultura chinesa para fazer (bons) negócios.

A W!N Education, Business Support é uma empresa brasileira de treinamento e assessoria em negócios com a China e Taiwan, formada por profissionais biculturais, capacitados para apoiar executivos e empresas em negócios com a China (hoje, o maior parceiro comercial do Brasil).

Em janeiro de 2012, a W!N lançou dois novos programas, voltados aos mercados corporativo e acadêmico. Trata-se de treinamentos ‘in loco’ para executivos, profissionais ou estudantes interessados em ampliar seus horizontes, colocando-os em contato direto com a língua chinesa e o ambiente de negócios em Shangai.

A AE Total foi responsável pela criação do nome e logomarca deste projeto -
‘L!VEChina’ – o ‘guarda-chuva’ dos programas ‘Profissional’ e ‘Idioma’, bem como das peças de apoio a vendas e comunicação dirigida.Em seguida, a AE Total desenvolveu um website do projeto, bastante elegante e de fácil navegação. Clique aqui para conhecer.

Projeto ‘L!VEChina’ – divulgação objetiva e imagem moderna e elegante para o aprofundamento na cultura chinesa.

A AE Total foi a escolhida para a criação e finalização do website ‘L!VEChina’ – projeto de programas de treinamento ‘in loco’ para executivos, profissionais e estudantes interessados em ampliar seus horizontes na cultura, idioma e ambiente de negócios em Shangai, desenvolvido pela W!N Education, Business Support.

A imagem pretendida para esta ferramenta de divulgação foi de objetividade e elegância, deixando de lado o ‘arquétipo do vermelho chinês’. O website tem cores vibrantes mas suaves, com imagens modernas e sedutoras.

Clique na imagem abaixo para abrir o website ‘L!VEChina’.

Analítica. Uma nova empresa de comunicação corporativa com um objetivo desafiador: ser eficiente e fazer a diferença.

Um dos mais festejados jornalistas do segmento de comunicação corporativa, Luís Henrique Amaral (conhecido por LH), ex-executivo de outra grande empresa do setor, a Máquina da Notícia, está de casa nova. Trata-se da Analítica Comunicação Corporativa, sua própria empresa, moldada segundo seus valores e visão de mercado.

A AE Total foi responsável pela criação do nome (Analítica) e da marca, que, assim como LH, precisava transmitir objetividade e eloquência.

O conjunto completo, a logomarca (logotipia+marca), assina todas as peças de papelaria da empresa. Foram escolhidas as cores vermelho (energia, vitalidade, dinâmica) e o cinza (sobriedade, equilíbrio, ponderação) que traduzem bastante o trabalho conduzido por Luís Henrique.

A AE Total organizou as audiências públicas da ampliação do Porto de São Sebastião naquela cidade e em Ilhabela.

O Porto de São Sebastião, gerido pela Companhia Docas de São Sebastião, está em processo de ampliação de suas estruturas. Passará dos atuais 400 mil m² para mais de 1,2 milhão de m². A viabilidade compreende o recebimento das licenças ambientais do IBAMA, que garantem um mínimo de impacto ambiental em todas as fases de sua implementação.

A AE Total foi a empresa de comunicação selecionada para planejar e viabilizar os dois eventos – duas audiências públicas, ocorridas nas cidades de São Sebastião e em Ilhabela, onde a sociedade pôde discutir o projeto de ampliação do Porto junto ao IBAMA.

Em São Sebastião, a audiência pública aconteceu no dia 7 de dezembro de 2011, com início às 18h30 e término na madrugada do dia 8, pouco além das 4h15. O local escolhido para acomodar mais de 800 pessoas foi o ginásio poliesportivo do TEBAR Praia Clube, no centro da cidade. Foi criada uma completa estrutura de apresentação para a mesa diretora, que, composta por dirigentes do IBAMA, representantes do governo e executivos da Companhia Docas, ilustraram aos participantes as fases do projeto. Para conforto de todos, enormes ventiladores-climatizadores e lanches rápidos possibilitaram enfrentar o calor, o cansaço e a fome. Também foi disponibilizado transporte – vans circularam em Ubatuba, Caraguatatuba e São Sebastião, trazendo as pessoas interessadas na audiência.Em Ilhabela, a audiência aconteceu no dia 8 de dezembro de 2011, com início às 18h30 e término pouco depois das 6h30, manhã do dia 9. O local escolhido foi o centro de convenções do Ilha Flat & Convention Center, único espaço na cidade capaz de comportar mais de 500 pessoas, com o conforto desejado. Mesmo assim, foram utilizadas 3 salas diferentes do centro, com transmissão ao vivo dos acontecimentos do principal salão do evento.

Vários meios de comunicação foram utilizados para a divulgação das audiências e a disponibilidade de transporte: rádio e jornal (veículos da região), panfletos (distribuídos pelo comércio local), faixas de rua, carro de som e ‘bikedoors’ (que circularam nas duas cidades nos dias que antecederam os eventos).

Best Global Brands 2011. As marcas mais valiosas do mundo no ano passado, segundo a Interbrand.Com.

Tradicionalmente lançado a cada mês de janeiro, o ‘Ranking of The Top 100 Brands’, agora edição 2011, da Interbrand, não traz muitas novidades além do esperado. Entre as dez mais valiosas marcas globais do ano figura a Apple, a marca que mais se valorizou no ano passado (58%), subindo nove posições.

A ’maçã’ passou a valer US$ 33.4 bilhões. Como isso é possível? Simples. Uma sucessão de lançamentos de produtos que tiveram excelente aceitação pública, a manutenção da imagem de ‘empresa inovadora’ e a constante participação na mídia, através de estratégias diversas.

Dominando 6 dos 10 primeiros lugares no ranking estão as empresas do setor de informática (softwares), eletrônicos e serviços web, que também somam 29 das 100 melhores posições.

Alguém duvida que nosso mundo esta cada vez mais virtual?

Veja abaixo o ranking das 20 marcas mais valiosas:

Ranking das 20 marcas mais valiosas do mundo, segundo a Interbrand
Quer conhecer o ranking completo? Clique aqui.

2012. O ano da evanescência.

Evanescência, s.f. qualidade do que é evanescente, efemeridade, transitivo, transitório, dissipação.

Em 2012, deixe sua força interior recriar a realidade.

Estamos em um período no qual a inteligência está perdida em especulações inúteis e impraticáveis. As pessoas mais sensíveis perdem-se em religiões indefinidamente ritualizadas e cheias de superstições. Assim, a tecnologia e a ciência nos afastam do Criador, negando-O, e a religião tende a nos afastar do progresso, a força que nos impulsiona a evoluir mais rapidamente, trazendo algum tipo de justiça social.

Nossa realidade transformou-se em uma névoa densa que encobre a verdade. Ou, se preferir, a verdade está encoberta pelas diversas realidades do mundo.

Por isso, em 2012, desejamos que sua força interior, sua essência divina e centelha criativa, se agigante, iluminando sua vida daqui para sempre, como o sol que desfaz, que esvanesce a cerração.

Esse poderoso encontro consigo possibilitará perceber que tudo é transitório, e que só pode haver um destino verdadeiro: a felicidade absoluta.

Marcas irresistíveis, marcas relevantes, marcas energizadas. Não importa o neologismo, são sempre marcas de sucesso. Como tê-las?

Executivos e gestores de marca parecem ter um papel paralelo em sua carreira: o de etimo-neologistas. Ou seja, de remexer o léxico atrás de uma expressão, termo ou conceito, ou mesmo a união dos anteriores que possa supervalorizar suas ideias ou causar uma diferenciação, em forma de benefício (próprio). Rasgado o pano acetinado que lhes encobre o conjunto de ideias, resta o simples, o objetivo, o quase ordinário.

Nos últimos 50 anos, muito se tem escrito sobre marcas. Dezenas de autores se debruçaram em metodologias, em fórmulas pseudocomplexas para  catapultar marcas ao alto da pirâmide do mercado. De fato, qualquer projeto bem elaborado, planejado e consubstanciado em pesquisas bem conduzidas traz resultados verdadeiros. E boa parte de tudo o que foi dito e feito a respeito da gestão das marcas tinha aquela premissa.

Alguém já disse que ‘marca é algo que é comprado pelo consumidor’. Esta definição simplificada é o ponto de partida para a gestão. É necessário que, se esse ‘algo’ é comprado, ele tenha algum poder de sedução, tenha validade (temporal), responda a um (dos inúmeros) estímulos psicológicos, esteja presente na vida do comprador, etc.

Na outra ponta do raciocínio temos as marcas de sucesso, com seu carisma, sua força idônea. Marcas de sucesso são líderes, são mutáveis e adaptáveis, evoluem. Assim, faz parte de sua gestão o incalculável esforço pelo espaço ‘premium’ de mercado, a flexibilidade e a adaptabilidade às novas culturas, tendências e movimentos estéticos, e, mais dentro da atualidade, da capacidade de inovação de sua gestora.

Marcas que terão um espaço no futuro pensam nele hoje. Isso é quase retórico, mas traduz uma verdade. Nós estaremos lá, no futuro, portanto, melhor confiar na palavra e nas atitudes de quem pelo menos se enxerga lá. Isso exige uma alta capacidade de observação e atitude, tomada de decisão e execução. Aliás, é isto o que diferencia empresas com marcas líderes, de sucesso, de outras nem tanto: a capacidade de ‘sair do discurso’ e ‘entrar na causa’, criando um movimento singular, persuasivo, que conecta toda a sua cadeia de produção-distribuição-entrega. Marcas de sucesso estão além dos limites do departamento de marketing, de suas atribuições burocráticas e da comunicação eficiente e criativa. Elas nascem na visão de seus dirigentes, contaminam todo o organograma com sua simplicidade e vivacidade e são exteriorizadas em todas as ações de sua representada. Quando há um lapso nesse universo, segmentando, segregando ou retaliando um de seus membros, perde força, perde (como coloca John Gerzema, executivo da Young & Rubicam) ‘energia’.

O caminho para as marcas de sucesso não é plano, nem sinalizado, muito menos iluminado. Na verdade, nasce no coração do líder-mor, expande-se como uma ideia brilhante, contaminando todos à sua frente e ao seu lado, chegando aos consumidores, clientes, compradores. Esse é o verdadeiro diferencial – o condutor, fiel aos seus princípios e crenças. Em um processo de gestão de marca, tudo o que não parte dele redunda em certa ineficiência, não ganha força, perde-se do meio para o fim do processo, não consegue ser longevo, não se renova nem inova. Ou seja, cria uma marca de relativo sucesso, de status provisório.

A gerência engessada de marca é sinal de futuro incerto

É frequente o gerenciamento de marcas observando o passado, ou seja, replicando fórmulas que deram certo. Mas essa política de não ousar é garantia de sucesso futuro? É comum pensarmos em ‘brand equity’ em termos de ‘volume’, de ‘força’, e não de ‘movimento’, de ‘mudança’. Isso porque os métodos de gestão de marca continuam os mesmos há décadas, descansando sobre a reputação obtida pelas mesmas, baseados em métricas e administração de um período pré-digital.

A intenet, a mobilidade e a profusão de ‘gadgets’ que intensificam a independência humana nas questões mais simples estão tornando o mundo mais dinâmico e o futuro mais imprevisível. Mas há muitas empresas instaurando uma política de marca baseada na previsibilidade, quando os desafios necessitam de inovação, adaptação e ousadia.

Hoje, as empresas precisam focar nas percepções de valor de seus consumidores e clientes, que enxergam a marca como uma possibilidade de existência futura. Neste universo de incertezas, consumidores são atraídos pela criatividade e atitude das empresas, pois são estas que refletem melhor capacidade de se manterem no mercado, no alto da cadeia competitiva. É o que diferencia empresas que têm clientes de empresas que têm seguidores. Veja o exemplo da Apple e da Microsoft.

Na década de 1990, a Apple agonizava devido a vários insucessos de mercado e divergências administrativas, culminando com a saída de seu executivo-pensador Steve Jobs. Para evitar uma situação de monopólio, a Microsoft viu-se obrigada a ajudar seu principal concorrente com um aporte de US$ 185 milhões, evitando sua falência. Em 1996, em uma jogada de mestre, Jobs recuperou seu posto na companhia e passou a aplicar um ritmo mais criativo à empresa.

Quinze anos depois, a Apple é sinônimo de inventividade e simplicidade e o valor de mercado de sua marca superou o da Microsoft. Literalmente, ‘virou o jogo’! Desde que Steve Ballmer assumiu o posto deixado por Bill Gates na companhia, a empresa não conseguiu sustentar a imagem de ‘criadora de futuro’, tornando-se burocrática e pouco ousada. Ballmer é um estrategista comercial, não um visionário.

Hoje, utilizamos produtos Microsoft por sua eficiência, tanto quanto pela falta de concorrentes à altura no mercado. Somos clientes. Mas há uma legião de fãs da Apple em todo o mundo, que consome seus produtos em atitudes vorazes pelo ‘novo’ e pelo ‘diferente’. São verdadeiros seguidores. Os clientes vivem o presente. Os seguidores acreditam no futuro. Qual dessas empresas terá mais chances de estar lá?