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Na AE Total, especialistas em Brand
Positioning se utilizam de moderníssimos
recursos de avaliação e desenvolvimento
em Brand Identity: no campo de equity,
o estabelecimento dos arquétipos corretos;
no campo estético, a profundidade da semiótica
traça elementos de percepção
subjetivos para associação de valores
pré-estabelecidos. São duas "ciências"
inovadoras, que passam a fazer parte do dicionário
de branding em todo o mundo. 
A força dos arquétipos
A partir da descoberta de Jung do inconsciente coletivo
e de seus conteúdos, os arquétipos
(as formas típicas básicas do pensamento
e sentimentos humanos e as reações
subjacentes e determinantes da variedade ilimitada
de experiências individuais), uma nova luz
incidiu na essência dos mitos. Ao descobrir
motivos mitológicos que emergem dos sonhos
do homem moderno, Jung reconheceu que os mitos,
da mesma forma que os sonhos, são manifestações
do inconsciente. Tornou-se evidente, na prática,
que apresentar paralelismos mitológicos como
uma amplificação de sonhos arquetípicos
não só aprofunda o entendimento desses
últimos, mas também leva a um entendimento
psicológico mais profundo do mito. A sua
obra que abriu caminho neste sentido, Symbols of
Transformation (Símbolos de Transformação),
lançou os fundamentos para um campo mais
abrangente na pesquisa psicológica sobre
os mitos e a sua relevância para o homem moderno.
Aplicadas as teorias ao campo das marcas e identidades
percebemos o valor da construção
ou reconstrução arquetípica
na imagem de uma empresa. Ou seja, o consumidor
tem uma bagagem comum que lhe é inata,
e os símbolos universais podem potencializar
os símbolos empresariais.
“Os arquétipos não são
apenas impregnações de experiências
típicas, incessantemente repetidas, mas
também se comportam empiricamente como
forças ou tendências à repetição
das mesmas experiências. Cada vez que um
arquétipo aparece em uma logomarca, ele
traz consigo uma “influência”
específica ou uma força que lhe
confere um efeito luminoso e fascinante ou impele
à ação.” (releitura
de Jung, 1942).
“Os arquétipos são como que
órgãos da psique pré-racional.
São, sobretudo, estruturas fundamentais
características, sem conteúdo específico
e herdadas desde os tempos mais remotos. O conteúdo
específico só aparece na vida individual
em que a experiência pessoal é vazada
nessas formas.” (Jung, 1935).
Esses conceitos junguianos aplicados ao estudo
de imagem têm efeito multiplicador. De fato,
os últimos trabalhos da AE Total
têm mostrado a eficácia desse método,
através de uma pesquisa sobre o crescimento
e a imagem das empresas que aprovaram novas marcas
construídas ou reestilizadas sob ícones
universais (semiótica), e valendo-se dos
arquétipos nas mensagens e conceitos que
conformam sua imagem.
A semiótica está
em tudo
Semiótica é a ciência dos
símbolos. Ou seja, trata da objetividade
e da subjetividade contida nos ícones,
formas e conjunções visuais.
Desde os primórdios, o Homem tem associado
aos símbolos significados diversos e também
universais: é a forma mais sintética
de expressar uma mensagem, ou a mais fácil
de retratar inúmeros significados. A cruz
cristã é reconhecida por mais de
1 bilhão de fiéis, e o significado
agregado a este ícone religioso é
a somatória das mensagens expressas em
todos os tempos, construindo consistentemente
a imagem verdadeira que permeia os séculos.
Assim, na fase de construção ou
reconstrução visual de marcas, a
AE Total utiliza a semiótica
para a associação de valores imersos
nos diversos ícones. É a forma mais
fácil de iniciar um processo de associação
e expressão de valores, aproveitando o
máximo de seu potencial.
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