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'Branding' = 'Brand' (marca) + 'ing' (ação contínua). É construção em movimento. Qualquer movimento. Portanto, planeje, analise, foque nos valores e no resultado.

A melhor definição de ‘branding‘ é ‘ação contínua que possibilita associação de valor a algo – empresa, instituição, produto, serviço, ideia, pessoa.’ Por ‘ação contínua’ queremos dizer qualquer esforço de comunicação. Assim, o fato de estar no mercado e de provocar uma interação com seus públicos, isso provoca uma associação de valor, seja ele qual for, à sua marca, aos seus produtos.

Não é melhor, então, você se preocupar com a forma como se comunica, e, principalmente, como é entendido pelo mercado, pelos seus consumidores?

Há cerca de 3 décadas, o ‘branding’ chegou ao Brasil, mas com um enfoque organizado, planejado: construir, refinar ou reposicionar a marca de empresas e negócios. ‘Branding’ virou uma ciência, mais que uma técnica. Desde então, é utilizado como instrumento fundamental para a construção de valor para marcas. E quanto mais relevantes estas forem para as pessoas e para a sociedade, mais valiosas elas se tornam.

Por que 'branding eficiente'?

Simples: se o ‘branding‘ é um instrumento para se chegar a resultados esperados, tem que ser eficiente. E por resultados queremos dizer vendas (que é o objetivo de toda empresa. Sem vendas, sem faturamento, não há existência!).

O fio condutor em todo esse processo são os valores e propósitos, o DNA do negócio. Toda empresa constituída cresce sendo educada pelos ideais de seus fundadores e gestores, transforma-se com a adição de colaboradores. Forma-se uma ‘cultura corporativa’. Esse é o DNA. E toda empresa tem seu próprio DNA, por maior ou menor que seja. É a partir dele que as conexões com as outras pessoas (público, mercados) acontece, pela sintonia (mesma vibração, mesmos interesses) ou pela simbiose (associação benéfica, apesar de diferenças marcantes).

Nós da AE Total iniciamos todos os projetos conhecendo os propósitos e valores, analisando o DNA dos clientes. Encontramos aí o fio que nos conduz ao sucesso da estratégia e das ações. Não importa o tamanho, o faturamento, o nicho de mercado, o tipo de produto ou serviço. Em 25 anos, já fizemos mais de 2.000 projetos, para mais de 260 empresas públicas e privadas, pequenas, médias e grandes.

Qualquer projeto ou ação de comunicação pode ser elaborada a partir da gestão de marca?

Na verdade, deve. Nenhuma ação pode ser realizada sem um alinhamento ao restante dos esforços de comunicação. E por comunicação entenda qualquer manifestação de sua empresa, do seu negócio – presença digital (website, redes sociais, campanhas de e-mail mkt, e-commerce, blog, ações multiplataforma, etc) ou presença física (suas instalações, pontos de venda, mass media, eventos, promoções, etc).

O que fundamenta essa ideia são as pesquisas mais recentes envolvendo ‘branding‘ e neurociência (em seus ramos neurociência cognitiva, comportamental e neuropsicologia). Basicamente, nosso cérebro trabalha em três frentes – a percepção, a análise e as respostas. O que diferencia as pessoas são variações em cada uma dessas etapas – como percebemos o mundo, os estímulos, as coisas ao redor, como e sob quais conhecimentos, experiências, crenças e sentimentos analisamos tudo, e daí como respondemos, agimos e fortalecemos nosso comportamento e caráter. Se você pensar agora que uma ação de comunicação qualquer estimulará esse processo em cada cliente ou consumidor, não vai preferir que a resposta esteja alinhada com seus objetivos? E também que a somatória dessas respostas fortaleçam sua marca?

Então, é isso. Toda ação em comunicação deve estar alinhada ao seus objetivos, deve vir de um planejamento consistente que identifique claramente a jornada comum entre seu negócio e seu cliente, consumidor. Toda ação em comunicação deve ser um tijolo na construção contínua de sua imagem.

Mas imaginar que cada ação importa e que todas as ações devam cumprir a exigência de marca não é um exagero?

O universo das percepções - ponto central do 'branding'.

Pense no ‘branding’ como um gigantesco iceberg, aquele pedaço de gelo colossal que flutua nos mares e oceanos, mas somente com 10% de sua massa visível, para fora d’água.

O iceberg é o universo de nossas percepções, do que é relevante para a formação de imagem de marca, do relacionamento que todos mantemos com as empresas que admiramos. Basicamente, este universo está dividido em 3 partes: na estética, nas mensagens e nas práticas.

A primeira parte, a ESTÉTICA, é um conjunto de estímulos visuais e auditivos. Contém nome, logomarca, o design de forma geral, propaganda, website, embalagens, ponto de venda, materiais corporativos, materiais promocionais, todas as peças gráficas, vídeos, áudios, etc.

A segunda parte, as MENSAGENS formam um conjunto objetivo e subjetivo, ou seja, mensagens diretas e inteligíveis e as intrínsecas, subjetivas, de significado indireto.

A terceira parte, as PRÁTICAS, envolve tudo o que não pode ser objetivamente ou diretamente controlado, mas que provoca um ‘feedback’. É um universo complexo e diverso, formado por práticas empresariais, diálogos entre públicos internos e externos, relação com ‘stakeholders’ em todos os níveis, processos produtivos, gestão de pessoas, práticas corporativas sociais, práticas ambientais, políticas de gestão, etc.

O ‘branding‘ está intimamente conectado a este universo perceptivo, a este ‘iceberg comunicacional’. Não dar atenção a uma das partes é deixar sua estratégia de marca sem um dos pilares de sustentação, passível de resultados inesperados ou sem a eficácia desejada. Saiba que construir marca não é tarefa somente de designers, consultores e marketeiros. É uma tarefa de todos.

Pense bem. Se tudo isto faz sentido, por que não aplicar agora em seu negócio, em sua empresa? Por que não traçar imediatamente uma estratégia que fortaleça, que dê sustentação ou que pavimente a tão desejada jornada para o sucesso?

A AE Total tem inúmeros casos para lhe mostrar. Tem inteligência, experiência e criatividade. Tem metodologia para simplificar, tem meios para produzir o que for necessário. E tudo o que nos separa é uma mensagem, uma ligação, um e-mail.
Vamos falar?