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A marca é o bem mais precioso de uma instituição
em nosso mundo globalizado. De todo o universo comercial,
é a melhor, para não dizer única,
expressão do histórico, caráter
e personalidade de uma empresa ou instituição.
Através da marca, o consumidor tem percepção
do grau de modernidade, solidez e personalidade
de sua representada.
A marca é um elemento vivo. Também
nasce, cresce e deve se desenvolver com o passar
do tempo. Deve acompanhar as mudanças enfrentadas
pela instituição que simboliza.
Deve acompanhar os valores estéticos, induzindo
o consumidor a uma verdadeira cumplicidade com
o passar do tempo. Por que razão grandes
empresas dispenderiam verdadeiras fortunas em
estudos de identidade visual, aprimorando e reeducando
seus padrões estéticos? Empresas
como Coca-Cola e Pepsi, Shell e Texaco, Varig,
Visa, Bradesco e Itaú, citando alguns segmentos
diversos.
Só para se ter uma idéia, as fábricas
e distribuidoras da Coca-Cola em todo o mundo
reunidas não significam nem 10% do valor
da empresa no mercado. Ou seja, só a marca
está avaliada em 63 bilhões de dólares.
Não se deve subestimar o valor das marcas.
Símbolos como a suástica nazista,
a cruz católica ou a foice e o martelo
comunistas são fortes indícios de
que imagens bem trabalhadas conquistam seu espaço
no subliminar coletivo, mantendo sua lembrança
viva mesmo após a morte da instituição,
produto ou projeto associado.
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